segunda-feira, 26 de outubro de 2009

TODOS PRESENTES

Amigos
Muito oportuna a convocação do Jorge. Vamos comparecer em grande número e jogar nosso tenis e pelada em grande estilo (os botinudos estão dispensados). Parece ser o penultimo feriadão do ano e, contrariando o Salomão, vamos provar que nosso prazo de validade NÃO ESTÁ TERMINANDO. Vamos subir a serra e curtir com os amigos um relaxante pingo. Para os que não tem tempo e que só pensam em ganhar dinheiro um conselho que li em uma placa pendurada em um caminhão: "gastem agora porque mais cedo ou mais tarde seus filhos ou filhas VÃO TORRAR TUDO...."
SUGESTÃO: será que sai um joguinho de tenis na sexta lá pelas 17:30hs?
PAULO.

domingo, 25 de outubro de 2009

PELADA NA SEGUNDA FEIRA

Não deixe de fazer algo que gosta, devido à falta de tempo, pois a única falta que terá, será desse tempo que infelizmente não voltará mais. "Mário Quintana"

FERIADÃO, SEGUNDA VAI TER PELADA E COM A PRESENÇA DO FARJALLA.

sábado, 17 de outubro de 2009

DE VOLTA

Amigos
após umas rápidas férias em excelente compania (famílias Abelheira e Malízia) e saudades dos amigos e amigas do GV estou no pedaço com uma vontade enorme de uma pelada. A terra do tio Sam continua muito boa e Pato Donald &cia continuam nos divertindo como sempre.

RAPIDINHA:
O diretor da penitenciária, com um megafone, diz aos presos no pátio:
- Atenção cambada de vagabundos! Chega de moleza! Acabem logo com essa bagunça! Quero todo mundo varrendo e limpando esse chiqueiro! Amanhã chega aqui o presidente Lula!

Imediatamente, um dos presos comenta com outro:
- Porra... demorou, mas prenderam o filho da puta!!!

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

RIO 2016

A nova campanha da Globo: "Stock car nas Olimpíadas".

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Conversa de Ginecologista

Dois ginecologistas conversavam e um deles comentou:
- Ontem atendi uma paciente que tinha um clitóris igual a um melão.
O outro retrucou:
- Impossível. Com um clitóris do tamanho de um melão ela não conseguiria andar.
E o primeiro:
- Não estou falando de tamanho e sim de sabor.

domingo, 27 de setembro de 2009

Mais um "Texto do Ano": esse é o cara

Prezados,

Segue o texto que está circulando pela comunidade do condomínio. Mais uma vez, foi levantada a suspeita sobre o Edu, embora, como bem observou Mestre Farjalla, este não é o estilo dele, pois o texto é relativamente longo.
Confesso que não tenho nenhum palpite, mas o que importa é o conteúdo.

Abraços,

Ricardo

"Meu caro irmão Tinho, Um fraterno abraço. Estamos separados pelo tempo e pela distância, mas saiba que sempre guardo de você as melhores recordações. Gostaria muito de encontrá-lo e, se possível, abraçá-lo, mas sei que anda muito ocupado, nesta cruzada cívica contra as elites dominantes que, desde a minha época como soldado espanhol, já oprimiam e exploravam os pobres. Mamãe fala muito sobre você. Está muito velhinha, coitada, mas ainda lembra (e conta) aqueles casos da juventude, da época em que ela trabalhava naquela pensão, à beira da estrada. Você era ainda muito pequeno, o caçula dos nossos 22 irmãos. Sei que, para você, tudo era um pouco confuso, porque cada um de nós tinha um pai, mas, as amigas de mamãe sempre ajudavam nas horas mais difíceis. Lembra-se como era movimentada a pensão onde ela trabalhava? Às vezes, tinha a impressão de que todos os motoristas de caminhão que passavam por aquela estrada paravam na pensão. Nem todos dormiam, passavam apenas algumas horas, mas eram muito animados. E mamãe e suas amigas estavam sempre prontas para ajudá-los, nas coisas que precisavam. Mamãe era muito popular e eles chegavam a fazer fila para serem atendidos por ela. Interessante: ela contou para todos nós quem eram os nossos pais, menos para você. Nunca ninguém conseguiu descobrir, mas nós, os mais velhos, sempre desconfiamos do Milton, um segurança da pensão, que ajudava mamãe na administração de suas finanças. Acho que isto surgiu porque ela sempre falava, quando estava brava com ele: "Ha...Milton, Ha...Milton". Depois, quando você foi batizado com esse nome, nós, os irmãos mais velhos, achamos que era por isso, e, para não lembrar daquela pessoa (um sujeito asqueroso, chato, máu caráter, denuncista, covarde, vagabundo, aproveitador, um fracassado na vida), passamos a chamá-lo pelo carinhoso apelido de Tinho. Sei que aquele episódio com o Tonhão marcou sua vida. Saiba que não tivemos nada a ver com isso e, ao contrário, sempre tentamos encaminhar você para o lado normal, mas, cada um faz suas opções. Você fez as suas e nós sempre as respeitamos. Desde aquela vez em que o Tonhão levou você para o mato, você se apaixonou por ele e nada que nós fizéssemos podia mudar esta paixão súbita, nem mesmo as vezes em que você ficava sem poder sentar, por vários dias, depois de algumas horas com o Tonhão no mato. Depois, você teve outros amigos e, realmente, não há como negar que você chegou a fazer concorrência com as amigas de mamãe, porque muitos dos motoristas de caminhão preferiam mais que você os atendesse, do que elas. Mais tarde, quando você partiu, ficamos muito tristes, mas ninguém pode evitar que a comunidade o expulsasse daqui, já que você começou a tentar tomar o lugar daquela moça que era a gerente da pensão, tentou dar um golpe para não pagar a sua parte nas despesas, tentou ameaçar e denunciar a pensão (provavelmente, querendo arrumar algum para ficar quieto), ou seja, tornou-se uma figura indesejável na comunidade. Foi uma pena. Soubemos que o Tonhão ainda se encontra com você, de vez em quando, ou, pelo menos, frequenta sua casa, com ou sem você. Todos nós torcemos para que, com a maturidade e a experiência, você não precise mais ficar sem sentar durante vários dias, porque sabemos que isto pode atrapalhar a sua santa cruzada contra os infiéis. Sobre este aspecto, talvez valha um pouco a minha experiência: passei anos e anos tentando capturar o Zorro - não porque achasse que ele era um bandido - mas, porque fui, inocentemente, instigado pelos meus superiores, que se aproveitavam da minha falta de inteligência e, sem aparecer, ficando sempre por trás, me empurravam para a arena, sozinho. E, naturalmente, toda a comunidade se voltava contra mim, achando que eu era o vilão. No início, gostei deste papel, porque me dava a notoriedade que nunca tive e que sempre busquei. Mas, depois, comecei a perceber que estava lutando do lado errado. Meu caro Tinho, não quero alongar-me, mas escrevi apenas manter este contato com você. Saiba que, apesar das nossas diferenças físicas, de tamanho, de peso, de idioma, de tempo e, principalmente, de caráter, temos, pelo menos, uma coisa em comum: ambos somos palhaços. Um fraternal abraço de seu irmão,
Sargento Garcia."

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Boa noite amigos do Green Valley, obrigado pelo convite, infelizmente não pude ir, fica para a próxima...Abrão.